Mastopexia
Um novo contorno para mamas que mudaram com o tempo.
Gestações, amamentação, oscilações de peso e o passar dos anos podem mudar a posição e o formato das mamas. A mastopexia eleva e remodela, retirando o excesso de pele e reorganizando o tecido mamário.
O planejamento pode aproveitar o volume existente ou incluir uma prótese quando há desejo de mais projeção e indicação adequada.
Agendar consultaQuando considerar
A decisão começa pelo que mudou.
A cirurgia pode fazer sentido quando as mamas perderam firmeza, parecem mais baixas ou apresentam excesso de pele, aréolas alargadas ou diferenças de posição.
- Elevar as mamas e reposicionar aréolas e mamilos.
- Remodelar e redistribuir o tecido existente.
- Melhorar a proporção com o tórax e suavizar assimetrias.
Planejamento individual
Mama e tórax são avaliados em conjunto.
Posição, largura do tórax, elasticidade da pele, volume disponível, assimetrias, histórico de saúde e planos de gestação ajudam a definir a técnica e as proporções possíveis.
E as cicatrizes?
As incisões podem ficar ao redor da aréola, seguir em linha vertical até o sulco ou formar um “T” invertido. A extensão depende da quantidade de pele e da mudança necessária.
As marcas mudam de cor e consistência com o tempo; o acompanhamento orienta os cuidados em cada fase.
Depois da cirurgia
Recuperação gradual, com retornos.
Inchaço, manchas arroxeadas e sensação de pressão são esperados nos primeiros dias. Dirigir, carregar peso e fazer exercícios são retomados aos poucos, conforme a evolução.
Segurança e riscos
Como toda cirurgia, a mastopexia envolve riscos, como sangramento, infecção, alterações de cicatrização, sensibilidade e assimetria. Tabagismo, medicamentos, exames e eventual uso de implante precisam ser discutidos na avaliação.
Sua consulta começa pela mudança que você deseja.
Você não precisa chegar sabendo a técnica ou se quer uma prótese.
Conteúdo educativo em revisão médica. Fontes:SBCP — Mastopexia · SBCP — Mamoplastia redutora.







