Fachada do consultório da Dra. Márcia Hoyos em Maringá

Reconstrução mamária

Reconstrução mamária

Uma escolha que respeita sua história e seu tempo.

Depois de mastectomia, cirurgia conservadora, trauma ou alteração congênita, reconstruir pode ajudar a recuperar o contorno corporal e a relação com a própria imagem.

Não existe uma única técnica — nem obrigação de reconstruir. O plano considera a história oncológica, o tórax, a outra mama, a saúde e o momento emocional de cada paciente.

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O que pode representar

A indicação começa ouvindo o que essa escolha significa.

A reconstrução pode recriar forma e volume, melhorar um contorno já operado e, quando indicado, incluir aréola, mamilo ou procedimentos para aproximar os dois lados.

  • Restaurar total ou parcialmente o volume perdido.
  • Reconstruir o contorno da mama sobre o tórax.
  • Buscar mais equilíbrio entre as duas mamas.

Imediata ou tardia

Pode começar junto à cirurgia oncológica ou depois de outras etapas do tratamento, conforme diagnóstico, tecidos e preferência da paciente.

Com implante

Uma prótese forma o volume; em alguns casos, um expansor prepara gradualmente os tecidos.

Com tecido próprio

Pele e gordura de outra região formam a mama, com cicatrizes adicionais e recuperação geralmente mais extensa.

Planejamento individual

A mama é avaliada como parte de todo o tórax.

Cicatrizes existentes, qualidade da pele, parede torácica, outra mama, cirurgias anteriores, radioterapia e tecidos disponíveis mudam o planejamento. A decisão deve ser integrada às equipes envolvidas no tratamento.

A reconstrução pode acontecer em etapas.

O primeiro procedimento cria ou recupera o volume principal; etapas posteriores podem refinar o contorno, tratar cicatrizes, ajustar a outra mama ou reconstruir aréola e mamilo.

Esse percurso permite acompanhar a acomodação dos tecidos e tomar cada decisão no momento adequado.

Depois da cirurgia

A recuperação acompanha a técnica e o tratamento.

Implantes e tecidos próprios têm tempos, cicatrizes e cuidados diferentes. Curativos, sutiã cirúrgico e drenos temporários podem fazer parte das primeiras fases, em coordenação com mastologia, oncologia e demais equipes.

Segurança e riscos

A reconstrução envolve riscos como sangramento, infecção, alterações de cicatrização, perda parcial de tecidos, assimetria e novas intervenções. A mama reconstruída não reproduz exatamente a sensibilidade ou todas as características da mama original.

A conversa pode começar em qualquer fase.

Leve exames, relatórios e informações de cirurgias anteriores para organizar uma decisão integrada ao seu cuidado.

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Conteúdo educativo em revisão médica. Fontes:SBCP — Reconstrução mamária · ASPS — Breast Reconstruction Options.

Dra. Márcia Hoyos durante um procedimento no centro cirúrgico

Trajetória e credenciais

Formação sólida. Uma trajetória construída na cirurgia.

Graduada em Medicina pela UEL e especializada em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica pela Santa Casa de São Paulo.

1995
Formação médica
Desde 2001
Atuação em Maringá
Titular
SBCP-PR

CRM-PR 18448 · RQE 12122

Conheça a trajetória

@dramarciahoyos

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